domingo, 30 de outubro de 2011

Algumas características de um verdadeiro cristão



Texto: Atos 11:26
Introdução: Infelizmente, nem todos ligados a uma Igreja são realmente verdadeiros cristãos. Eles podem parecer com os outros que são de fato reais, verdadeiros cristãos na maneira de falar e frequentar os cultos e fazer isto ou aquilo na Igreja, mas um real, verdadeiro cristão tem certas características que "falsos" cristãos não têm.
I. Um verdadeiro cristão é uma pessoa que é realmente salvo. Atos 2:47
1. A verdadeira, genuína, verdadeira experiência de salvação envolve certas coisas.
a. Envolve a convicção de pecado. João 16:7-9
b. Envolve arrependimento genuíno para com Deus. Atos 20:21, Mateus 21:28-29
c. Envolve a fé (não apenas falar) no Senhor Jesus Cristo. Marcos 1:15, Efésios 2:8-9

II. Um verdadeiro cristão tem certeza de que ele é salvo.
1. Ele conhece pessoalmente em quem ele acreditou. II Timóteo 1:12
2. Ele sabe com certeza que a ele tem sido dada a vida eterna. I João 5:13
3. Ele sabe, sem dúvida, que Deus vive dentro dele. I João 3:24
4. Ele conhece todas essas coisas, porque ele também ama seus irmãos na fé em Jesus, pois eles são uma família. I João 3:14; 4:20

III. Um verdadeiro cristão é totalmente entregue a Deus. Romanos 6:13
1. Seu corpo físico é entregue totalmente a Deus. Romanos 12:1.
2. Sua mente, pensamentos, vontade são rendidos sem reservas a Deus. Romanos 6:16.
3. Ele é completamente guiado, controlado pelo Espírito Santo. Efésios 5:18.

Conclusão
1. Quando Jesus voltar para a Sua Igreja, muitos vão ser deixados para trás que presumiam que eram cristãos, porque eles pertenciam a uma Igreja ou faziam isso ou aquilo ou nasceram nesta ou naquela família que tinha uma herança religiosa.
2. Um verdadeiro cristão teve um encontro pessoal, deliberado, disposto com a Palavra de Deus, o Espírito Santo e o Senhor Jesus Cristo e rendeu-se totalmente ao Senhor.
3. Então, você é um verdadeiro cristão? Você sabe, sem sombra de dúvida o que você é?


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Superando os ventos contrários



Texto: Atos 27
Introdução
A. A certeza de ventos contrários
1. Eles vêm para todos nós
2. Eles vêm de repente e inesperadamente
3. Eles vêm de diferentes direções e, muitas vezes inocentes.
- Nós gostamos do "vento sul que sopra suavemente" (13) e acho que vai ser sempre assim. Gostamos de sentir uma suave brisa fresca soprando.
- Mas há "ventos contrários" (4)
- Existem também ventos que frustram e impedem nossas melhores intenções. (2)
- Existem ventos que dificultam nosso progresso e impedem que nossos sonhos se tornem realidade. (7)
- Há ventos que torna nossas vidas difíceis e angustiantes. (8-9)
- Há ventos que nos lançam para longe, nos abala, e nos assusta. (18)
- Há ventos que podem nos fazer perder toda a esperança de livramento. (20)
B. O caminho correto para enfrentar os ventos contrários.  (escrituras)
1. Este capítulo inteiro é sobre as tempestades e os ventos contrários
2. Você sabe o que fazer quando os ventos da adversidade vierem? Podemos sobreviver?
3. O Espírito Santo tem um capítulo inteiro para nos ensinar como lidar com tais ventos
I. Aceitar os ventos, como parte do plano do senhor. V. 15.
1. Deus não comete erros. (Jó 37:1-3)
2. Alguns dos escolhidos servos do Senhor enfrentaram ventos contrários 
(Jó 3:26, 5:7) (Discípulos, Marcos 6) (Pedro, I Pedro 4 :12-13) (Paulo, II Cor.4:8, Fp. 1:29)
3. O Senhor sabia tudo sobre uma pequena ilha que precisava ouvir o evangelho em Atos 27
4. Podemos não entender por que Deus permite determinadas situações, mas pode ter certeza Deus tem um propósito.
II. Abandonar tudo, exceto as coisas que são mais preciosas. V. 18, 19; 38.
1. Os ventos têm uma maneira de explodir tudo, exceto o que está no solo. (fundação).
2. Todos nós temos muita bagagem em nossas vidas (examine-se)
III. Ficar a sós com o Senhor em oração. V. 21.
1. Onde você acha que Paulo estava por tanto tempo?
2. Eu não acho que ele estava se escondendo com medo
3. Uma coisa eu sei, quando ele reapareceu, ele tinha a resposta (22) E ele disse que Deus tinha dado a ele (25)
4. Eu sei que quando Paulo reapareceu ele disse que tinha falado com um Anjo. V. 23
5. Eu conheço outros nas Escrituras que encontraram ajuda através da oração, quando os ventos contrários sopraram.
a. Jacó. Gênesis 32:24
b. Jonas. Jonas 2
c. Davi. Salmo 120:1 e 142:1
d. Ezequias. II Reis 19 - II Reis 20 :1-6
IV. Afirmar a presença do Senhor durante os ventos. V. 23
Deus nunca prometeu que não iriamos enfrentar as tempestades, mas Ele prometeu que estaria conosco. Isaias 43:2 
Deus nunca disse que não iriamos passar pelo vale da sombra da morte, mas Ele disse que estaria lá conosco (Salmo 23:4).
1. Como José. Gênesis 39:2 - Salmo23: 4
2. Como Moisés. Êxodo 3:12
3. Como Samuel. I Samuel 3: 19
4. Como os três jovens hebreus. Daniel 3
5. Como Davi. I Samuel 18: 12
6. Como Ezequias. II Reis 18: 7
7. Como João. Lucas 1: 66
8. Como Paulo. Atos 23: 11 - 27:23
V. Tenha a certeza da promessa do Senhor. V. 25.
1. Eu fico tão feliz de ler essa declaração de Paulo, "Portanto, senhores, tende bom ânimo; pois creio em Deus que há de suceder assim como me foi dito”. 
2. "Deus não é homem para que minta" Números 23: 19
3. "na esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos eternos" Tito 1: 2
4. Filipense 1: 6 - II Timóteo 1: 12 - Deus prometeu a Paulo que ele iria a Roma. Atos 23: 11
VI. Agarre-se as coisas que são firmes e seguras. V. 29.
1. Os princípios de Deus são firmes. Mateus 24: 35
2. A paz de Deus ainda é segura. João 14:27
3. O plano de Deus é certo. Hebreus 6: 19
VII. Permanecer no lugar onde Deus prometeu guarda-lo. V. 31.
1. Há um caminho que parece direito ao homem
2. Há apenas um caminho para ser salvo, o caminho de Deus!
3. Nós estamos em melhor situação em uma tempestade do que em um ambiente calmo, se é onde Deus nos disse para estarmos.
VIII. Tribute o louvor ao Senhor por seu livramento. V. 35.
1. "Em tudo dai graças" I Tessalonicense 5: 18
2. Os primeiros cristãos em Jerusalém. Atos 5: 41
3. Paulo e Silas na prisão de Filipos. Atos 16
4. Temos muito para os quais podemos louvar a Deus
Conclusão: Nenhuma noite é tão escura para esconder o seu rosto, nenhuma tempestade é demasiada áspera para ser acalmada por Sua graça, nenhum vento é tão forte para deter a sua mão, nenhuma montanha é tão grande para resistir à Sua ordem.  Deus é fiel!

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Aviva Paracuru 2011

O seu casamento está bom? Então proteja-o.



"Porventura tomará alguém fogo no seu seio, sem que suas vestes se queimem?
Ou andará alguém sobre brasas, sem que se queimem os seus pés? Provérbios " PV 6:27-28



Muitas vezes um casamento vai bem, e acaba abalado por causa de um relacionamento inesperado com uma terceira pessoa.
Começa de maneira inocente e agradável, torna-se cada vez mais envolvente. Por fim, traz complicações e desgraças para muita gente.
Não foi um acidente ou “um grande amor que surgiu”. Foi um relacionamento do qual o casamento deveria ter sido protegido.
Não seja ingênuo, pensando que isto só acontece com os outros. Muita gente boa já caiu exatamente por ser ingênua assim. Lembre-se da 1ª Carta de Paulo aos Coríntios 10.12
Por isso, proteja seu casamento... Eis algumas dicas.

1. Tenha bom senso com suas companhias.


Evite gastar tempo desnecessário com alguém do sexo oposto.  Muitos casos surgem por não se agir assim. Um executivo precisa de aulas particulares de inglês, e contrata uma jovem professora. Contrate um homem. Não significa que cada contato com alguém do sexo oposto seja porta para adultério. Significa evitar oportunidades para cair. Companhia contínua cria intimidade. Intimidade com o sexo oposto traz problemas.


2. Tome cuidado com confidencias.


A pessoa mais íntima de alguém deve ser seu cônjuge. Segundo a Bíblia, são “uma só carne”, isto é,  uma só pessoa. Se há aspectos de seu relacionamento que você não pode compartilhar com esposa (a) e compartilha com alguém do sexo oposto, a coisa está ruim.
As pessoas tendem a se solidarizar com quem sofre, e a proximidade emocional se torna perigosa.  Um homem que se queixa de sua esposa para outra mulher está traçando um caminho perigoso.
Isto vale para quem faz e para quem ouve confidências.


3. Evite momentos a sós.


Decida não ter momentos privados com alguém do sexo oposto. Se um(a) colega de trabalho pedir para ter um almoço com você, convide uma terceira pessoa. Se necessário, não se constranja em compartilhar os limites que você e seu cônjuge concordaram ter no seu casamento.  É melhor ser visto como rude que vir a cair em pecado.

 Extraído de um email recebido- autoria desconhecida

A morte como uma obra de arte



Se a vida é tão curta como dizes 
por que é que estas me lendo agora?

Mario Quintana

Albert Camus, em seu livro O mito de Sísifo, disse algo que me surpreendeu bastante, chegando às raias da heresia afirma que o suicida prepara sua morte como uma obra de arte. Por mais trágico que fosse eles queriam que seu gesto significasse algo belo. Levando isso em conta, Rubem Alves assegura que “o mesmo deveria ser verdadeiro para aqueles que morrem sem se suicidar. Um velório deveria ter a beleza e a simplicidade de um haicai”.

Concordo com Camus, deveríamos ver encanto em algo tão sério. Nossos funerais são estagnados, massacrados pela feiura. Digo isso por que aprendi a contemplar a tristeza, não a cultua-la, mas, admira-la. Salomão, homem de grande sabedoria, garante com um pessimismo animador que melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, pois a morte é o destino de todos, e os vivos, devem levar isso a sério. Luto, funeral ou velório; um ambiente que provê uma indispensável perspectiva para a condição terminal universal. Nesses ambientes vemos sofrimento, e o sofrimento gera solidariedade. Quem toma consciência de sua finitude, limitação e debilidade consegue ser mais compreensivo, tolerante e inclusivo. Quem não chorou, não tem lágrimas para derramar em solidariedade.

Já li sobre gente que planejaram seus velórios, mas nenhum deles foi tão criativo como Jesus. Sabendo que não ia ter um funeral, Jesus antecipou-se, fez uma festa, comeu, bebeu e pela primeira vez os Evangelhos o mostra cantando. Festejou a tristeza com cânticos; um velório com o defunto ainda vivo. Foi morto ali, tendo sua carne devorada e seu sangue sugado por aqueles que o amavam.

Talvez seja cedo para pensar isso, mas quero meu funeral diferente desses arquétipos fúnebres tradicionais. Sei que haverá lágrimas, mas não quero que ofusque as gargalhadas de piadas contadas pelos cantos. Não quero aquelas parafernálias de metais enferrujados de funerárias – aquelas peças de metais onde se apoia o caixão, os castiçais e tudo mais –, o horror dessas coisas faz violência à tristeza. Como Mario Quintana, quero em meu epitáfio a frase: “Não estou aqui...”. Ou quem sabe com um acréscimo: “Mas caso eu esteja, vamos conversar em silêncio”.

Penso na vida como um incêndio, se as chamas foram belas e altas, as cinzas serão um complemento, nada é descartado. Desta vida tudo se aproveita.

©2010 Lindiberg de Oliveira

O caráter Cristão




Por João Rodrigo Weronka
“Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo”. [Efésios 4.12-13]
Introdução
Vivemos numa época em que os valores estão sendo descartados dia-a-dia. A sociedade tem andado num ritmo acelerado de inversão de valores a ponto de não nos espantarmos mais com a infinidade de absurdos que nos são comunicados.
O mundo tenta impor, através de uma infinidade de meios, que Deus, a família, a igreja, o bom caráter e a moral não relevantes ou necessários. Nesta sociedade relativista, o valor absoluto das coisas se perdeu, e cada qual cria seu próprio mundo, sua própria cosmovisão. Desta forma, os valores que o cristianismo apregoa são considerados por muitos como falidos e ultrapassados.
Valores estranhos que outrora não faziam parte da realidade da igreja passam a ser tolerados. A igreja que antes era caracterizada por andar na contramão dos valores materialistas tem se deixado levar por modismos e novidades que passam a moldar seu “novo” jeito de ser. Neste ritmo, já não podemos brilhar como luz do mundo e nem temperar como sal da terra. Neste ritmo, a moral e o bom caráter não têm um valor tão intenso como deveria ter. Não importa se a igreja faz a diferença no meio em que está inserida, em sua comunidade, mas o que importa é ser numérica, mesmo que não tenha qualidade.
O objetivo com este estudo é definir e apresentar uma proposta para trazer para a aplicação pessoal a essência do caráter cristão, entendendo como ele é formado, quais são seus valores, suas virtudes. Veremos como isso faz toda diferença.
Definição
Segundo o Dicionário Aurélio, caráter é definido por: “qualidade inerente a uma pessoa, animal ou coisa; o que os distingue de outra pessoa, animal ou coisa; o conjunto dos traços particulares, o modo de ser de um indivíduo, ou de um grupo; índole, natureza, temperamento”.
O significado literal do termo grego charaktēr é “estampa”, “impressão”, “gravação”, “sinal”, “marca” ou “reprodução exata”.
Caráter é algo que vai sendo formado e impresso com o tempo em nosso interior, uma verdadeira marca. O caráter de cada qual não é formado do dia para noite. É um processo gradual que está relacionado a um amplo conjunto de fatores que influenciam na formação de cada um.
Meios como TV, internet, família, religião, infância, desprazeres, decepções, alegrias, enfim, uma gama variada de fatores influência na formação do caráter de cada indivíduo. Desde o berço.
O caráter cristão – formação, influências e virtudes
Assim como o caráter de cada indivíduo é formado desde o berço, nosso caráter cristão também passa a ser moldado desde o primeiro passo de nossa caminhada com Cristo (Jo 1.12; 3.3). Os valores do Reino de Deus passam a ser impressos em nós, para que verdadeiramente possamos ser seguidores de Jesus Cristo genuinamente.
Deus usa de muitos meios e formas para que o caráter de seus filhos seja formado, mas sem dúvida alguma, o principal fator de influência é o agir da Palavra dEle na vida de cada um, bem como o consolo e direção que o Espírito Santo dá aos Seus (Ef 1.13). Afinal, o que pode ser considerado como um caráter cristão? Podemos relacionar alguns pontos, que evidentemente, não serão os únicos:
1) Não se trata apenas de bons valores morais | Apesar do cristianismo carregar implicitamente um forte viés moral – pois a Bíblia nos dá parâmetros morais – o caráter cristão não está repousando apenas sobre o fato de ser “bom”. A boa moral está contida, mas de modo algum é o todo. Cada um de nós pode dar exemplos de pessoas que confessam ser cristãs, mas que não são bons exemplos de conduta digna, bem como pessoas não-cristãs que são cidadãos de bem.
2) O cristão genuinamente bíblico admite suas falhas | Cada um de nós, sem exceção, é um pecador (Rm 3.23). Todos temos o pecado dentro de nós, e isso produz limitações e conseqüentemente falhas. A virtude do cristão de caráter é ser transparente, é ter dignidade suficiente para admitir que é limitado e que depende completamente da misericórdia e graça do Senhor.
3) O caráter moldado cria controle | Quando nosso caráter entra em fase de maturidade, conseguiremos controlar situações que de algum modo podem manchar a marca de Jesus em nós, afetando nosso testemunho cristão. Neste ponto de plenitude, não haverá espaço para amargura, ira, discórdia, egoísmo, arrogância, discussões, facções. Apesar de – eventualmente – tais coisas ocorrerem, precisam ser enfrentadas e enfraquecidas. Nosso ser por completo, mente, atitude, palavras, precisa ser um meio de culto e adoração permanente (Mc 12.30; Gl 5.22).
Com tal caráter formado em nós, passaremos a frutificar em atitudes que atestam que somos de Deus e temos Sua Palavraem nossas vidas. Passamosa frutificar em virtudes, como:
* Pureza | vida separada – santificação – para o Senhor. Uma vida distinta num mundo corrupto (Fp 4.8).
* Imparcialidade | trataremos a todos – seja quem for – de modo único, sem acepção de pessoas. Seremos justos com as pessoas, independente de afinidade, sejam amigos, parentes, irmãos, parceiros de caminhada (1Ts 5.15).
* Sem fingimento | é prezar pela verdade. Não existe espaço para máscaras e ânimo duplo (1Pe 2.1; Tg 4.8).
* Humildade | ninguém é auto-suficiente. Vaidade e soberba não devem encontrar espaço no coração do cristão; tais coisas devem ser banidas de nosso meio! Somos um corpo e dependemos uns dos outros (Mt 5.3).
* Mansidão | serenidade. Ser manso, não permitindo que disputas e discórdias tomem conta. Gentil, sensível e paciente com todos (Mt 5.5).
* Misericórdia | compaixão pela dor, “pela miséria do coração” alheio. Entender que nosso próximo pode passar por lutas, dores, infelicidades extremas. Experimentar e participar do sofrimento alheio (Mt 5.7)
* Coração puro | ser livre de impurezas no altar – no coração. Relacionamento constante com Deus e com a Sua presença, nos limpando genuinamente daquilo que nos separa dEle (Mt 5.8).
O modelo supremo de caráter – fonte de inspiração
Nosso modelo supremo de formação de caráter é nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! Ele deve ser nosso alvo, razão, adoração, modelo, tudo! Afirmar que somos cristãos é carregar nos ombros a responsabilidade de sermos seguidores e praticantes dos ensinos do Mestre.
Ter um modelo é fundamental na formação do caráter, e para formação do caráter cristão, o modelo do Senhor nos leva a amá-Lo, admira-Lo, imita-Lo, segui-Lo. Ele nos faz, dia-a-dia ver que podemos aplicar, viver e frutificar em tudo que vimos acima.
Que possamos afirmar, assim como Paulo que somos imitadores de Jesus (1Co 11.1). Para tal, devemos:
- Conhecer o Filho de Deus | Buscar estar em pura intimidade com o mestre e o auxílio do Consolador (Ef 4.13; Jo 15.5; 26-27; 1Jo 1.1-3). O testemunho da Palavra e do Espírito Santo nos levam a conhecer e ter intimidade com Ele.
- Submeter-se ao senhorio de Jesus | Rm 10.8-9 – estar submetido completamente ao governo e autoridade de Cristo sobre nós. Não basta reconhecer e ter Jesus como Salvador, mas sim estar submisso a Seu senhorio.
- Obediência irrestrita | A época em que vivemos tem ressaltado cada vez mais que o ser humano viveem rebeldia contra Deus e Sua Palavra. Jesus nos mostrou que a obediência ao Pai deve ser praticada (Fp 2.8).
- Negar a si mesmo | Matar nossa carne e viver para ele; o negar a si mesmo é um verdadeiro atestado de compromisso com o Reino. Jesus serviu e não foi servido. Adoramos ao Senhor de modo especial quando estamos negando ao nosso ego e mortificando nossa vontade, deixando que Ele vivaem nós (Gl 2.20).
Que possamos caminhar moldando nosso caráter de glória em glória (2Co 3.18) e que isso seja como aroma suave subindo à presença de Deus. Um verdadeiro meio de adoração!

Pastor “Salgadinho” se lambuza com 12 litros de óleo para fazer ato profético!



Por Rodrigo G. da Silva
O pastor Antonio Silva, do Ministério Encontro com Deus de Arapongas/PR, ministrou um “culto profético” (?) invocando ao Deus de Arão e recebendo a unção de 12 litros de óleo. Isso mesmo! 12 litros de óleo! O dito “pastor” não ficou só breado ou bizuntado, mas ficou encharcado, igual aquele salgadinho do boteco da esquina.
No vídeo, que tem pouco mais de 3 minutos, mas o pastor aparece declarando que depois daquele dia a vida das pessoas que estavam ali presente seriam transformadas. “Dinheiro que nunca vem, salvação que nunca vem… demônios vocês estão derrotados pelo poder do nome do Deus de Arão”, diz o pastor antes de ser banhado em óleo. O maluco ainda envia para igreja um tal de “x-nilo” (WTF?). “E eu invoco, a partida de agora, x-nilo para toda essa igreja”.
Depois de ser ungido pelo 12 litros de óleo ele pede para a igreja tomar posse da unção. “De hoje a 13 dias o futuro de vocês serão garantidos diante do grande mistério de x-nilo, o Deus de Arão”, profetiza ele.
Veja o bizarro vídeo:
Será que este óleo é de peroba?
***
Do Pensamento Quase Livre, via Bereianos. Divulgação: Púlpito Cristão

QUESTÕES E LIÇÕES DA REFORMA PROTESTANTE PARA OS DIAS ATUAIS



QUESTÕES E LIÇÕES DA REFORMA PROTESTANTE PARA OS DIAS ATUAIS

A Reforma Protestante não foi um evento histórico para ser simplesmente lembrado, narrado e celebrado. Lições preciosas podem ser extraídas deste momento singular na história da humanidade.

1. Existem duas maneiras de ser viver na história: como espectador ou ator da mesma. Nossos reformadores, juntamente com todos que se envolveram e labutaram por esta justa causa, são exemplos de atores, gente comprometida com a transformação de uma sociedade dominada pela injustiça, corrupção e opressão generalizada.
2. Não importa qual é o seu papel (herói, protagonista, ator coadjuvante ou figurante), o que importa é atuar, agir, mobilizar-se, realizar, fazer acontecer para a glória de Deus.
3. Atores correm riscos. Vida sem riscos, sofrimentos, adversidades, incompreensões, perseguições e propósitos definidos é vida medíocre.

4. A Igreja não foi estabelecida por Jesus para governar o mundo, para fazer jogo ou disputar o poder temporal com o Estado. A Igreja foi constituída para influenciar o Estado, e isto na condição de sal da terra e luz do mundo.
5. Movimentos reformistas produzem marginais, hereges, contraventores e loucos (visão da classe dominante, opressora e exploradora).
6. Movimentos reformista revelam profetas ousados, homens de Deus comprometidos com o Senhor e com a sua causa (visão de Deus).
7. Quando a política secular e eclesiástica ganham preeminência no alto e baixo clero, gerando facções, disputas, traições, corrupções, alianças espúrias, nepotismos, busca por vantagens pessoais e por cargos, tudo isso em detrimento da evangelização, socorro aos
necessitados, ministração aos enfermos e fracos na fé, fidelidade doutrinária e outras atividades semelhantes, temos um claro sinal que uma reforma torna-se urgente e imperativa.
8. Reformas não são movimentos de um só homem, é fruto da associação de mentes críticas, inteligentes, questionadoras, e de corações que ardem em zelo, inclinados a buscar, conhecer e fazer valer a vontade de Deus para uma geração, custe o que custar.
9. Reformas são possíveis em tempos onde o monopólio do conhecimento e da informação são quebrados. Vivemos em um tempo propício para reformas, e isso graças ao advento da internet. As mídias e o jornalismo oficial das mais diversas denominações e segmentos evangélicos perderam o controle sobre a informação. Vivemos na era dos blogs e das redes sociais onde a notícia e a informação fluem e correm numa velocidade vertiginosa, jamais vista ou contemplada por outras gerações.

10. Reformas não acontecem da noite para o dia, antes, são resultados de processos que se iniciam com o reencontro do cristão com a Palavra de Deus, que desencadeia uma tomada de consciência, arrependimento genuíno, conversão, ação e influência. A nossa rendição em forma de silêncio ou conivência diante de qualquer tipo de corrupção, seja ela de ordem moral ou espiritual, nada mais é do que a manifestação da rendição de nossa própria consciência.
"Considerando que vossa soberana majestade e vossos honoráveis demandais desejam uma resposta plena, isto digo e professo tão resolutamente quanto posso, sem dúvidas e nem sofisticações, que se não me convencerdes através do testemunho das Escrituras (pois não dou crédito nem ao papa e nem aos seus concílios gerais, que têm errado muitas vezes, e que têm sido contraditórios contra si mesmos), a minha consciência está tão ligada e cativa destas Escrituras que são a Palavra de Deus, que não me retrato nem posso me retratar de absolutamente nada, considerando que não é piedoso nem legítimo fazer qualquer coisa que seja contrária à minha consciência. Aqui estou e nisto descanso: nada mais tenho a dizer. Que Deus tenha misericórdia de mim!”. (Martinho Lutero) 

Texto publicado originalmente em 30/10/2007

Pregação simples e honesta



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Por Vincent Cheung
Antes, renunciamos aos procedimentos secretos e vergonhosos; não usamos de engano, nem torcemos a palavra de Deus. Ao contrário, mediante a clara exposição da verdade, recomendamo-nos à consciência de todos, diante de Deus. (2 Co 4: 2 – NVI)
O motivo, a mensagem e o método de pregação nunca deveriam estar envoltos em mistério. Existem aqueles que igualam complexidade e ambiguidade à profundidade. Pregar é dizer às pessoas tudo o que Deus tem revelado na fé cristã, ou seja, na Bíblia. E nada sobre isso tem necessidade de ser confuso. Como Paulo lembra aos Coríntios, “pois nada lhes escrevemos que vocês não sejam capazes de ler ou entender” (1.13).
Sem dúvida, Pedro observa que algumas coisas nas cartas de Paulo são difíceis de entender, mas ele diz “algumas coisas”, não a maioria ou todas as coisas, e ele diz “difíceis de entender”, e não impossíveis de entender. Ele escreve que pessoas “ignorantes e inconstantes” as distorcem para a sua própria destruição. Visto que os cristãos não devem ser nem ignorantes e nem inconstantes, e visto que eles receberam o mesmo Espírito Santo que os apóstolos receberam, é possível para o crente, pelo menos em princípio, captar tudo o que a Escritura ensina. E não há razão pela qual a nossa pregação devesse obscurecer a clara verdade da divina revelação.
A verdadeira pregação cristã, portanto, deve ser honesta, clara e fácil de entender. Esse é o fundamento de qualquer teoria homilética. E por essa concepção de pregação, todo crente deveria ser capaz de comunicar o Evangelho aos seus vizinhos. Existem, sem dúvida, táticas que poderiam manipular a audiência ou utilizar das personalidades ou experiências dos ouvintes para que se possa ganhar influência sobre eles. Mas uma vez que haja qualquer elemento de engano, todo o exercício não mais funciona em direção à sua meta apropriada.
Não queremos que as pessoas simplesmente se chamem cristãos – não é atrás disto que estamos, afinal; mais que isso, queremos que as pessoas sejam modificadas em seus corações, que acreditem em alguma coisa nova e maravilhosa, e que se tornem cristãos, e que assim se chamem porque o são. Queremos apresentar ao Senhor Jesus, discípulos genuínos e inteligentes, pessoas que compreendem a fé cristã e creem que ela é a verdade, e esse é o único caminho para a salvação e o único estilo de vida.
Pela mesma razão, rejeitamos a violência como um meio de fazer discípulos ou de silenciar os nossos oponentes. Não que a violência seja errada em si mesma. Existe certa confusão sobre isso que enlameia muitas discussões sobre religião e sociedade. Ocasionalmente os cristãos são desafiados pelos seus oponentes com referência às aparentes atrocidades que os santos do Antigo Testamento cometeram contra outras nações. Por que os cristãos endossam esse comportamento no povo antigo, e se eles realmente endossam, por que dizem que isso é inaceitável para a propagação do Evangelho?
Se os cristãos tomarem a suposição infundada de que a violência é errada em si mesma, ficam abertos a todos os tipos de criticismo contra os santos do Antigo Testamento, contra a pena de morte, a legítima defesa, contra o castigo físico na criação de filhos, e daí por diante. Mas todas das críticas contra a fé cristã são defeituosas, e essa aqui não é uma exceção. Deus mandou os santos do Antigo Testamento os povos para que pudessem se apossar da terra prometida, e não para disseminar a fé. Foi algo realizado por uma nação em guerra com outras nações, e não pela igreja como uma entidade espiritual ou por crentes agindo individualmente por conta própria. Deus tinha decidido expulsar os pagãos adoradores de ídolos – as suas falsas religiões eram as verdadeiras atrocidades – e ele cumpriu a sua promessa com referência à terra ao garantir a vitória de Israel. Depois Deus expulsou os próprios judeus, e agora os cristãos são o povo de Deus, e nós não lutamos por uma terra porque o nosso reino é espiritual.
Nesse sentido, a violência dos santos do Antigo Testamento não tem relação com a agenda cristã. Do mesmo modo, quando executamos um criminoso, não se trata de uma tentativa de converter sua alma por esse alto, como se quiséssemos ameaçá-lo à fé. Trata-se de uma questão distinta da pregação do evangelho. Queremos que as pessoas creiam em seus corações, e não que meramente se vistam de uma aparência. Dessa forma, o uso da violência não é somente contra as ordens de Deus, mas é também impotente para obter o resultado que buscamos. O mesmo se aplica ao uso de truques e artimanhas, bajulação e apelos aos desejos pecaminosos dos homens. Ou você deseja a coisa errada, ou você não vai conseguir o que quer por nenhum outro método a não ser o discurso claro e sincero.
Nós apresentamos a mensagem do evangelho como uma questão de verdade e de erro, de justiça e impiedade. Assim, levamos para dentro da mente dos homens que isso é uma questão de certo e errado. Apelamos à consciência deles, e não às suas carteiras ou aos seus apetites e desejos sensuais. A propagação do Evangelho não é uma questão de sutileza na oratória, de manobra política, de relevância cultural ou social. É expressão clara da verdade que pronunciamos diante de Deus e em direção aos homens – não adulterada pela ambição e livre de filosofia humana. Essa obra está aberta a todos os crentes. Qualquer cristão pode falar a alguém sobre o Senhor Jesus Cristo em linguagem forte e honesta, e esperar que o Espírito Santo venha com grande poder e convicção.
Fonte: [ Monergismo ]
Via: [ Ministério Batista Beréia 
]