domingo, 24 de outubro de 2010

A Profecia de Billy Graham

As seguintes palavras foram ditas nos anos de 1958 e 1965 por um dos maiores evangelistas que o mundo conheceu: Billy Graham. Sem dúvida foram palavras proféticas lançadas há cinco décadas atrás para a atual geração:

Multidões de cristãos estão chegando ao ponto de rejeitar a instituição que nós chamamos de Igreja. Eles estão começando a aderir formas mais simples de adoração. Estão famintos por uma experiencia pessoal e marcante com Jesus Cristo. Eles anseiam por uma fé que arda em seus corações. A menos que a Igreja recupere rapidamente a autoridade de sua mensagem bíblica, pode ser que testemunhemos um espetáculo em que milhões de cristãos deixarão a Igreja institucional em busca de alimento espiritual.
 Penso que uma das primeiras coisas que eu faria seria selecionar um pequeno grupo de oito, dez ou doze homens ao meu redor que estivessem dispostos a se reunir algumas horas por semana e pagar o preço. Isso lhes custaria algo em termos de tempo e esforços. Em alguns anos, eu compartilharia com eles tudo aquilo que tenho. Assim, eu formaria de entre os leigos doze ministros que, por sua vez, selecionariam mais oito, dez ou doze homens e os treinariam.
Conheço uma ou duas congregações que estão fazendo isso e estão revolucionando a Igreja. Penso que Cristo nos deu o padrão. Ele gastou a maior parte de seu tempo com estes homens. Ele não gastou a maior parte de seu tempo com as multidões. Na verdade, entre as multidões os resultados não foram muitos. Ao que me parece, os maiores resultados surgiram de sua ministração pessoal e do tempo que ele gastou com os doze.

Via: Reimagining Church. Tradução: Pão & Vinho.

Penso que não há entre nós algum homem que tenha conhecido mais multidões do que Billy Graham. Para alguém que pisou em mais nações do que o próprio Cristo encarnado e encheu mais estádios do que qualquer apóstolo ou profeta bíblico, sua conclusão a respeito das multidões é simplesmente fascinante.

Voltemos à intimidade do Cenáculo!

sábado, 23 de outubro de 2010

Assembleia de Deus, Rumo ao Centenário (I)

            A Assembleia de Deus em Belém completará 100 anos, sendo a única no Brasil que poderá celebrar o Centenário em 11 de junho de 2011. Ela nasceu em Belém do Pará, de onde se espalhou para todo o Brasil e o mundo, existindo atualmente em 176 países. Isso é uma honra inominável a esta cidade escolhida por Deus para o início do maior e mais significativo movimento pentecostal de todos os tempos. Glória a Deus por isso!
No entanto, pasmem todos. Nossas autoridades ignoram a nossa importância histórica, nos discriminam, e mais ainda: desprezam-nos e fazem pouco caso de nossa Igreja.
Há um ano e meio temos tentando conversar com Sua Excelência, a governadora Ana Júlia, sobre o Centenário da Assembleia de Deus, mas não conseguimos. Toda semana alguém liga e marca “hoje”, mas depois cancela inexplicavelmente, sempre usando o nome da governadora e do seu chefe da Casa Civil, Claudio Puty. Embora estejam brincando conosco, nós não estamos brincando de fazer Centenário.
Nas festas dos 97 e 98 anos da Igreja, nós recebemos as autoridades governamentais com bastante carinho, com honra e respeito, as quais sempre nos disseram publicamente que iriam nos ajudar, mas depois desapareceram como se não tivessem empenhado a palavra publicamente.
Nunca uma ajuda sequer foi destinada para nossas festas, embora essas mesmas autoridades ajudem a outras confissões religiosas, especialmente a majoritária. Parabéns por isso. Mas fazer vista grossa e jamais destinar uma ajuda institucional sequer à única Igreja que nasceu na cidade de Belém do Pará, e que daqui se expandiu para muitas nações é, no mínimo, uma flagrante injustiça histórica.
Mais que injustiça e má vontade, isso é também ingratidão. A Igreja se privou de utilizar um prédio de sua propriedade, a fim de alugá-lo para o governo do estado, onde hoje funciona a COES – Coordenadoria de Educação Especial, em atendimento a uma solicitação para suprir uma necessidade urgente da SEDUC, mas desde agosto de 2008 o governo não paga os aluguéis e não dá qualquer explicação.
O importante é que o Centenário vai acontecer, quer nos ajudem ou não. A Assembleia de Deus merece o respeito que lha devemos. Nós estamos falando em construir uma “Avenida Centenário”, que vamos pagar com o nosso suor e sangue, porque há muitos anos estamos pedindo ao poder público que troque o nome da rua do quarteirão do nosso templo para o nome de “Rua Gunnar Vingren e Daniel Berg”, ou para “Avenida Assembleia de Deus”, mas não o conseguimos. Mas troca-se, por exemplo, o nome da Magalhães Barata para “Nazaré”; o nome da 1º de Dezembro foi mudando para “João Paulo II” com extrema facilidade. E nós vamos completar 100 anos e não somos sequer ouvidos.
Em todos os livros de História que falam da Assembleia de Deus em todos os municípios brasileiros e em todos os países do mundo lê-se que a Assembleia de Deus nasceu em Belém do Pará, e nós levamos o nome de nossa cidade e de nosso estado com honra ao mundo todo, representando-os dignamente, mas não merecemos sequer esta distinção histórica.
Nossa Igreja terá de gastar R$ 2 milhões, oriundos de ofertas de gente pobre, do sacrifício de muitos que crêem nessa obra, para fazer uma pequena rua chamada “Avenida Centenário da Assembleia de Deus” porque o poder público tem se mostrado totalmente insensível a este importante segmento da nossa sociedade. Que tristeza!
Permitam a nossa indignação, como representante desse segmento que representa no mínimo 10% da sociedade, mas que não tem o direito de falar com a sua governante, pois há um monte de intermediários que telefonam e cancelam, telefonam e cancelam, como se fosse uma brincadeira, e de fato é uma brincadeira de extremo mau gosto. Nós não admitimos esse tipo de tratamento com uma instituição belenense, paraense, tão conhecida ou mais conhecida no mundo que castanha do Pará ou açaí.
A Assembleia de Deus é um grandioso movimento de inclusão social: todos os anos são milhões de pessoas transformadas pela pregação da palavra de Deus, que tem o condão de poupar aos cofres públicos o gasto de muitos bilhões de Reais com criminalidade e reestruturação social de famílias. Isso, por si só, já ensejaria uma atenção condizente com a obra que fazemos e que beneficia a toda a sociedade.
Lamentamos profundamente que o Brasil e o mundo saibam agora, e desse modo, como é que o poder público está tratando o nosso Centenário, fazendo com que tenhamos o maior sacrifício para realizar tudo com as nossas próprias mãos. Mas não tem problema, esperamos que haja uma reconsideração por parte das autoridades.
O nosso Centenário vai ser de lutas e de trabalho e de construções, mas também da verdade. Nós não vamos ficar calados, pois falaremos com toda a sociedade, já que não é possível uma conversa pessoal com nossas autoridades, à qual temos direito, como cidadãos responsáveis deste estado.
Se isso sensibilizar o poder público, tudo bem. Se não, vamos continuar com as nossas forças, e uma multidão de todo o Brasil virá participar, mesmo que tenhamos de pagar tudo isso com os nossos parcos recursos.
No próximo artigo trataremos mais amiúde das outras questões. Antes, porém, esperamos que respondam a estas perguntas que não querem calar: Por que a discriminação? A quem interessa essa injustiça?
E-mail: samuelcamara@boasnovas.tv

Samuel Câmara
Pastor da Assembleia de Deus em Belém

  Veja a Continuação desse Artigo

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Não conheço igreja missionária


Tenho pouco mais de uma década trabalhando com missões e nestes anos conheci várias pessoas que amam verdadeiramente a obra missionária. Conheci gente que chora quando ouve falar em outros povos, países, nações. Para mim é muito reconfortante saber que existem outras pessoas que possuem o mesmo sentimento que eu.


Em todos estes anos conheci estruturas, associações, agências e entidades que têm por objetivo alavancar o trabalho missionário. Conheci homens e mulheres com idade já avançada, cabelos brancos, mãos cansadas, mas que ainda fazem a sua voz ser ouvida na defesa diária do trabalho missionário. Conheci brancos, negros, amarelos e vermelhos que são ardorosos conscientizadores. Andei por diversos países de todos os continentes e conheci gente muito pobre e gente abastada com as almas inflamadas por amor aos perdidos.

Já andei por todo este Brasil e conheci os sertanejos, nordestinos, sulistas, praianos e interioranos, da capital e do brejo, dos apartamentos e das casas de "pau a pique". Encontrei também aqueles que se beneficiam do trabalho missionário. São os que defendem a causa por interesse próprio. Deixaram de defendê-la pelo Nome do Senhor e a estão defendendo pelo seu próprio nome. São pessoas que não têm coragem de trabalhar, de ir capinar, de suar a camisa. Então se embrenham pela seara e no meio de tantos se camuflam como se fossem dos nossos.

Mas uma coisa não conheci: uma Igreja Missionária. "Por que você diz isso?", alguém com certeza me dirá. "Minha igreja é missionária. Temos cultos de missões, mantemos missionários, recolhemos ofertas para enviar a eles, possuímos um excelente departamento de missões e intercedemos constantemente por eles". Bem, afirmo isso pelo seguinte:



1) Para uma igreja ser missionária precisa deixar de departamentalizar o trabalho de missões. Missões não é um trabalho que deve ser realizado em uma igreja por um departamento. Missões é A NATUREZA da igreja. Ao contrário do que acontece, o trabalho missionário não deve ser tido como mais um departamento entre tantos outros, brigando pelo seu espaço, lutando para ser atendido. Missões deve ser o objetivo final ao redor do qual todos os departamentos da igreja andam.

2) Para uma igreja ser missionária o pastor deve ser o principal promovedor do trabalho. Se a visão não partir do pastor da igreja, ela nunca será missionária. Poderá existir um excelente irmão ou irmã que leve o trabalho à frente, que promova, que divulgue, mas se esta visão não partir do pastor, ela dificilmente alcançará os demais membros. Não existe um culto missionário. Todos os cultos DEVEM ser missionários.

3) Para uma igreja ser missionária o trabalho missionário não pode possuir um caixa financeiro separado. Ao contrário do que vejo, não podemos criar um caixa separado para recolher a oferta missionária. Não deve existir nem oferta missionária. A oferta que mantém o trabalho missionário é a oferta que é destinada à igreja. O caixa que mantém o trabalho missionário é o caixa geral da igreja. Os dízimos e as ofertas que os irmãos entregam na igreja devem ser também utilizados para a realização do trabalho de missões (nacionais e transculturais). O que vejo são pessoas vendendo cachorros-quentes, doces, bolos e outras coisas para manter o trabalho missionário. O que vejo são igrejas que pensam que estão fazendo muito por direcionarem uma oferta por mês para o trabalho missionário. O que vejo são grandes empreendimentos recebendo grandes recursos enquanto os missionários têm de ficar esperando a vez de serem atendidos.

4) Para uma igreja ser missionária o alvo tem de ser o engrandecimento do Reino de Deus. Se em nosso trabalho missionário estamos mais preocupados em catequizar os alcançados de acordo com a nossa denominação, placa, estatuto ou regimento e esquecemos do evangelho de Cristo, isso pode ser qualquer coisa, menos missões. A preocupação não deve ser se estamos abrindo mais uma das nossas congregações, e sim que estamos abrindo mais uma igreja de Jesus. E quem irá dar prosseguimento ao trabalho serão aqueles que foram alcançados com o trabalho dos missionários enviados. Não estamos enviando "papas" que irão permanecer milênios com aquele povo, mas sim missionários que, quando percebem que seu trabalho ali acabou, que o povo consegue andar sozinho em Cristo, parte para outras terras onde a necessidade continua grande.

Sei que esta igreja existe. Por aí deve existir. Deve ser uma igreja pequena, onde os recursos são escassos, onde os irmãos são amorosos e querem ver o Reino crescer. Por favor, se você faz parte de uma me envie um e-mail e terei o maior prazer em mudar meu discurso para: conheço UMA igreja missionária.

ARIEUSTON GOMES
Diretor-executivo de missões da SEMADI - Secretaria de Missões da Assembleia de Deus - Ipiranga/SP, onde também é pastor adjunto.


Fonte: Matéria Revista Povos
http://www.revistapovos.com.br/exclusivo.asp

domingo, 10 de outubro de 2010



   Ma rcha Pra JESUS 2010.

A Betânia marcou presença, e foi uma Bênção!!!!!
Ad Betânia  - a os capa
Ad Betânia- vibração
Adicionar legenda
  
















   

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Evangelização de Juniores

A evangelização infanto-juvenil é uma necessidade urgente. Enquanto muitas igrejas dormem, suas crianças, juniores e adolescentes são entretidos com a televisão e a internet – e não é para ver programas religiosos ou aprender sobre Jesus. Os pais acreditam que a igreja é a solução, mas a igreja espera que os pais tenham feito sua parte… Enquanto isso, nossos pequenos jovens esperam, e esperam, e esperam… Para quem percebe a necessidade e quer evangelizar sem perda de tempo, sugiro um programa para evangelização de juniores, baseado na história de Zaqueu. Este programa foi escrito por Rawderson Rangel, pastor e escritor, com larga experiência no pastoreio de crianças.

Que Deus a cada um abençoe!
Jesus, o amigo
Este programa apresenta uma forma de se aproximar dos juniores e mostrar Jesus como amigo.
Esta mensagem ilustra o encontro que Jesus teve com Zaqueu em Jericó, narrada em Lucas 19.1-10. A história pode ser dividida em cinco partes: I. Jesus, o amigo que vê (19.5); II. Jesus, o amigo que fala (19.5); III. Jesus, o amigo que está perto (19.7); IV. Jesus, o amigo que ouve (19.8); V. Jesus, o amigo que salva (19.9, 10).
Preparativos: Leia a história narrada várias vezes até se familiarizar com ela; prepare uma mão de cartolina um pouco maior que a sua e coloque atrás dela uma tira de cartolina que servirá de apoio para que essa mão fique presa na palma da sua mão. No meio da palma da mão de cartolina, escreva: “Jesus, o amigo que…”. No dedo polegar, escreva: “vê”; no dedo indicador, escreva: “fala”; no dedo médio, escreva: “está perto”; no dedo anelar: “ouve” e, por último, no dedo mínimo, a palavra: ”salva”. Providencie uma mão de cartolina igual a sua para que seja distribuída no final da mensagem a fim de incentivá-los a contar a história de Jesus.
Se possível, que tal um convite para os juniores? Ele poderia ser feito no formato de uma mão, informando a hora, o local, etc. Assim, de alguma forma, o convite já será relacionado com a mensagem.
Como vai estar o lugar onde você vai contar a história? Organize com antecedência as cadeiras e mesas para que o ambiente sugira um comportamento adequado ao momento. Os juniores, você sabe, têm muita energia. Procure deixá-los ocupados.
Não se esqueça de orar. Peça a Deus a direção do Espírito Santo para que a mensagem chegue em cada coração.
A história poderá ser assim…
Introdução:
Comece falando sobre amizade. Pergunte aos ouvintes se eles têm algum amigo. Deixe-os falar por pouco tempo, valorizando a amizade. Não deixe que eles apresentem aspectos negativos, procure incentivar a relacionarem aspectos positivos. Pergunte: “-Quem é o seu melhor amigo? Eu quero lhe apresentar um amigo, e tenho certeza que você irá querer ter esse amigo também”.
Desenvolvimento:
Conte a história do encontro de Jesus com Zaqueu, utilizando a mão preparada anteriormente, enfatizando cada ponto de cada dedo. É importante repetir a frase que está na palma da mão: “Jesus, o amigo que…”
ConclusãoTermine a história recapitulando brevemente cada ponto citado. Enfatize o dedo mínimo que é: “Jesus, o amigo que… salva”.  Você poderá utilizar versos bíblicos como Romanos 3.23 e 6.23 para reforçar a necessidade de entregar a vida a Jesus. Pergunte: “Quem gostaria de ter o amigo Jesus?” Ore com todos e destaque os que entregaram a vida a Jesus na ocasião.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O que significa a frase “Nunca vos conheci”?


A frase em epígrafe será pronunciada pelo Justo Juiz, como resposta aos falsos profetas, enganadores, milagreiros, mentirosos, avarentos, os quais, diante dEle, no dia do juízo, apresentarão um invejável currículo: “... não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres?” (Mt 7.21-23, ARA).

Muitos acreditam que a aludida frase está relacionada com a rejeição do Senhor Jesus aos não-eleitos. Mas essa não é a real significação de “Nunca vos conheci”. O Onisciente conhece até mesmo os ímpios e soberbos, ainda que de longe (Pv 15.3; Sl 138.6).

O verbo “conhecer” (gr. gnõskõ), em Mateus 7.23, diz respeito a relacionamento aprovador, e não a conhecimento, no sentido usual e comum. A construção frasal, no original, denota: “Nunca aprovei a vossa obra”, “Nunca reconheci a vossa obra” ou “Nunca dei crédito ao vosso trabalho”.

Sabemos que o Senhor Jesus só tem relacionamento aprovador com quem o ama e o serve, verdadeiramente (Gn 18.19; Sl 1.6; Jo 10.14,27; 1 Co 8.3; Na 1.7; Gl 4.9), pois “O Senhor conhece os que lhe pertencem. E mais: Aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor” (2 Tm 2.19, ARA). Por isso, os milagreiros e ilusionistas estão reprovados diante dEle. Como precursores do Falso Profeta (Ap 13.11-18), valem-se de sinais e prodígios de mentira (2 Ts 2.9), porém isso não os livrará da condenação.

São muitos os falsos profetas que ainda agem livremente no meio do povo de Deus. Alguns têm sido desmascarados; outros continuam transitando pelas igrejas sem nenhum impedimento. Apressamo-nos em condenar alguns tipos de pecado, como os de ordem moral, mas os malabaristas e ilusionistas têm livre curso entre nós.

Recebi, há poucos dias, por e-mail, um vídeo (autêntico) que compromete moralmente certo milagreiro. Já entreguei-o nas mãos do Senhor, que é justo e misericordioso, pois não cabe a mim condenar o tal “confencista internacional” ao Inferno, mas tenho o dever de alertar o povo de Deus, o que venho fazendo, incansavelmente, neste blog.

No aludido vídeo, um famoso milagreiro-ilusionista, que realiza cruzadas de “milagres” em todo o Brasil, relaciona-se pela Internet com uma jovem, a qual despe-se diante de uma câmera, enquanto ele (também diante de uma câmera) expõe o seu membro viril sem nenhum pudor. É com essa mesma mão, carregada de pecados, que ele realiza “milagres” no meio do povo de Deus e diz extrair objetos de pessoas incautas, ao som de efusivos aleluias e aplausos!

Infelizmente, há pastores desavisados — que não discernem bem tudo (1 Co 2.15) nem provam se os espíritos são de Deus (1 Jo 4.1) — recebendo falsos profetas em suas igrejas e permitindo que seus membros sejam enganados, para tristeza do Espírito Santo.

Muitos me perguntam: “Pastor Ciro, por que Deus não age? Por que Ele não desmascara de uma vez por todas esses enganadores?” Vemos, em Deuteronônio 13.1-4, que o Senhor permite que os falsos profetas e milagreiros ajam em nosso meio, a fim de nos provar, para saber se o amamos de todo o nosso coração e de toda a nossa alma. Afinal, quem o ama não abre mão da Verdade, haja o que o houver (Jo 10.41; 14.23).

O Senhor Jesus tem dado tempo a esses enganadores, a fim de que se arrependam (Ap 2.20-22). Ele é longânimo. Mas chegará o dia do juízo. E os falsos profetas, milagreiros, ilusionistas, mentirosos e avarentos serão condenados, caso não se arrependam de seus pecados (2 Pe 2.1-3; Mt 7.21-23).

Ouçamos, pois, a voz do Bom Pastor: “Acautelai-vos dos falsos profetas que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores” (Mt 7.15, ARA).

Ciro Sanches Zibordi